Uma jornada contínua em direção à sustentabilidade.
O método de ponto de fulgor ideal depende das características da amostra. O método Pensky-Martens é o mais utilizado para produtos petrolíferos em geral. Para líquidos leves e voláteis, recomenda-se o método TAG. Já para substâncias viscosas ou pesadas, como asfalto, o método Cleveland é mais adequado. Testes rápidos podem ser realizados com métodos de pequena escala, enquanto o método Abel é usado em aplicações específicas com líquidos de baixo ponto de fulgor.
O método apropriado é geralmente citado em uma especificação ou regulamento do produto, mas se vários métodos de ponto de fulgor forem especificados, a escolha será influenciada por outros fatores. Mas, o que seria o Ponto de Fulgor?
Ele é a menor temperatura em que uma determinada substância libera vapores em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável, usando uma fonte externa de calor. E neste caso, a combustão não é mantida e a chama cessa rapidamente.
Continue a leitura e entenda mais detalhes sobre os métodos de ponto de fulgor.
Este é o método para determinação mais difundida no mundo, devido a sua versatilidade (amostras viscosas ou não, amostras com particulados, etc). Estando de acordo com a norma ASTM D93, IP 34, ISO 2719.
Este método de teste abrangem a determinação do ponto de fulgor de produtos petrolíferos na faixa de temperatura de 40 a 360°C por um aparelho Pensky Martens manual ou automático com cuba fechada.
Indicado para produtos derivados de petróleo com características de aspecto mais limpas, como: óleos lubrificantes novos, diesel, solventes, biocombustível, combustível de aviação; e substâncias que podem conter partículas ou formar um filme na superfície, como: tintas.
Este método de ensaio abrangem a determinação do ponto de fulgor pelo método TAG de acordo com a ASTM D56, de líquidos com uma viscosidade abaixo de 5,5 mm 2 /s (cSt) a 40°C ou abaixo de 9,5 mm 2 /s (cSt) a 25°C, e um ponto de fulgor abaixo de 93°C. Utilizando cuba fechada.
Desta forma, este método é indicado para substancias de baixa viscosidade, com ponto de fulgor esperado baixo, este podendo ser subambiente. Assim pode ser aplicado em diversos tipos de solventes e aromas.
Este método de teste descreve a determinação do ponto de fulgor e ponto de chama dos produtos petrolíferos por um aparelho de cuba aberta manual ou automático. É aplicável a todos os produtos petrolíferos com pontos de inflamação acima de 79°C e abaixo de 400°C, exceto os óleos combustíveis, de acordo com a norma ASTM D92.
Também indicado quando os vapores produzidos das amostras, tenham densidade maior que a do ar, impedindo que o mesmo entre na cuba em caso do uso de instrumentos com cuba fechada e desta forma, não havendo a queima dos vapores e inviabilizando o teste.
Desta forma, podemos dizer que sua maior aplicação é para amostras de alta viscosidade, como: asfalto, óleo lubrificante usado e até amostras semissólidas.
Este método abrange produtos na faixa de -30 a 300°C usando uma cuba fechada de pequeno volume, de acordo com as normas: ASTM D3278, ASTM D3828 e ASTM D7236.
Indicado para testes rápidos de ponto de fulgor, já que dependendo da amostra e a técnica escolhida acima, o tempo de teste poderá ser de 15 minutos há 90 minutos. Simulando o comportamento dos métodos Pensky Martens e TAG.
Com isso, esta técnica é muito utilizada para testes de PASS/FAIL e indústria de fragrâncias, por
usar apenas 1mL de amostra.
No Brasil, esta metodologia é a menos utilizada devido sua especificidade.
Este método de teste descreve a determinação do ponto de fulgor em cuba fechada de líquidos combustíveis com pontos entre -30 e 70°C. No entanto, a precisão fornecida para este método é válida apenas para pontos de inflamação na faixa de -5 e 66,5°C. De acordo com IP 170, IP 491, IP 492, ISO 5123, ISO 1376.
Alguns petróleos são submetidos a esta técnica.
A Pensalab possui toda a gama de Ponto de Fulgor, tanto manual quanto automáticas. Para maiores informações, entre em contato conosco.